Este trilho do Caminho de Páscoa propõe uma redescoberta essencial: todos os batizados são chamados a participar ativamente na missão da Igreja. Através do Batismo, tornamo-nos filhos e filhas de Deus, membros vivos do Corpo de Cristo. Não somos espectadores da vida eclesial, mas protagonistas chamados a construir comunidades mais vivas, criativas e missionárias.
Participar ativamente da vida da Igreja não é uma tarefa opcional — é um chamado. Este trilho recorda que todos os batizados têm dons e carismas para oferecer e que as estruturas e metodologias sinodais precisam acolher, escutar e valorizar cada voz: jovens, idosos, mulheres, pobres, líderes, iniciantes, curiosos. A diversidade é um dom.
Redescobrir o valor do Batismo como porta de entrada para a missão
Compreender a sinodalidade como estilo de vida da Igreja;
Fortalecer os espaços e estruturas de participação (como conselhos pastorais e assembleias);
Superar o clericalismo e promover a corresponsabilidade dos leigos;
Estimular a criatividade pastoral e a escuta do Espírito Santo;
Tornar a Eucaristia o verdadeiro ponto de partida da ação missionária.
Participar ativamente da vida da Igreja não é uma tarefa opcional — é um chamado. Este trilho recorda que todos os batizados têm dons e carismas para oferecer e que as estruturas e metodologias sinodais precisam acolher, escutar e valorizar cada voz: jovens, idosos, mulheres, pobres, líderes, iniciantes, curiosos. A diversidade é um dom.
Neste primeiro passo, somos convidados a escutar a Palavra, a doutrina da Igreja e os apelos do nosso tempo. Trata-se de iluminar a realidade à luz do Evangelho e de redescobrir o sentido profundo do tema abordado no trilho.
Perguntamo-nos: O que Deus quer nos dizer? Que verdade fundamental somos chamados a reconhecer?
Aqui, olhamos com honestidade para a realidade da nossa comunidade, avaliando as práticas, estruturas e atitudes atuais. É o momento de reconhecer o que já está a ser bem vivido e o que precisa de renovação.
Perguntamo-nos: Como temos vivido isso até agora? O que precisa ser fortalecido, corrigido ou superado?
Este é o coração do processo: escutar o Espírito Santo em comunidade. O discernimento eclesial exige oração, escuta mútua, abertura e humildade. Não se trata de debater opiniões, mas de buscar juntos o que o Senhor está a pedir.
Perguntamo-nos: Quais são os sinais de Deus no meio de nós? O que o Espírito nos inspira a fazer? Para onde Ele nos conduz?
O último passo transforma tudo em compromisso concreto. Depois de refletir, rever e discernir, a comunidade é chamada a tomar decisões práticas, adaptadas ao seu contexto e orientadas para a missão.
Perguntamo-nos: O que vamos fazer, concretamente, nos próximos meses? Que passos damos já hoje?