Este quarto trilho do Caminho de Páscoa convida-nos a voltar à raiz da fé: o encontro pessoal com Jesus Cristo. Não há discipulado verdadeiro sem conversão. Não há missão sem coração transformado. É pela escuta da Palavra, pela resposta à graça e pelo caminho contínuo de transformação interior que nos tornamos verdadeiros discípulos missionários.
Converter-se ao Evangelho é mais do que mudar hábitos, é entregar-se a Cristo, permitir que Ele modele a nossa vida e nos conduza com liberdade e amor.
Participar ativamente da vida da Igreja não é uma tarefa opcional — é um chamado. Este trilho recorda que todos os batizados têm dons e carismas para oferecer e que as estruturas e metodologias sinodais precisam acolher, escutar e valorizar cada voz: jovens, idosos, mulheres, pobres, líderes, iniciantes, curiosos. A diversidade é um dom.
Redescobrir o encontro com Jesus como ponto de partida da fé;
Assumir a conversão como um processo contínuo e pessoal;
Deixar-se transformar pela Palavra e pelos sacramentos;
Cultivar o desejo de crescer como discípulo, dia após dia;
Ajudar a comunidade a viver uma fé que se traduz em testemunho, formação e missão.
Criar espaços e percursos que favoreçam o primeiro anúncio e o recomeço da fé, especialmente para os afastados e feridos.
Participar ativamente da vida da Igreja não é uma tarefa opcional — é um chamado. Este trilho recorda que todos os batizados têm dons e carismas para oferecer e que as estruturas e metodologias sinodais precisam acolher, escutar e valorizar cada voz: jovens, idosos, mulheres, pobres, líderes, iniciantes, curiosos. A diversidade é um dom.
Neste primeiro passo, somos convidados a escutar a Palavra, a doutrina da Igreja e os apelos do nosso tempo. Trata-se de iluminar a realidade à luz do Evangelho e de redescobrir o sentido profundo do tema abordado no trilho.
Perguntamo-nos: O que Deus quer nos dizer? Que verdade fundamental somos chamados a reconhecer?
Aqui, olhamos com honestidade para a realidade da nossa comunidade, avaliando as práticas, estruturas e atitudes atuais. É o momento de reconhecer o que já está a ser bem vivido e o que precisa de renovação.
Perguntamo-nos: Como temos vivido isso até agora? O que precisa ser fortalecido, corrigido ou superado?
Este é o coração do processo: escutar o Espírito Santo em comunidade. O discernimento eclesial exige oração, escuta mútua, abertura e humildade. Não se trata de debater opiniões, mas de buscar juntos o que o Senhor está a pedir.
Perguntamo-nos: Quais são os sinais de Deus no meio de nós? O que o Espírito nos inspira a fazer? Para onde Ele nos conduz?
O último passo transforma tudo em compromisso concreto. Depois de refletir, rever e discernir, a comunidade é chamada a tomar decisões práticas, adaptadas ao seu contexto e orientadas para a missão.
Perguntamo-nos: O que vamos fazer, concretamente, nos próximos meses? Que passos damos já hoje?