O terceiro trilho do Caminho de Páscoa convida-nos a redescobrir duas dimensões fundamentais da vida e missão da Igreja: o serviço e o acolhimento. Não se trata de ações opcionais ou tarefas atribuídas a grupos específicos. Servir e acolher são expressões centrais da identidade cristã e da própria natureza da Igreja, chamada a ser casa aberta, lugar de comunhão, sinal visível do amor de Deus no mundo.
Participar ativamente da vida da Igreja não é uma tarefa opcional — é um chamado. Este trilho recorda que todos os batizados têm dons e carismas para oferecer e que as estruturas e metodologias sinodais precisam acolher, escutar e valorizar cada voz: jovens, idosos, mulheres, pobres, líderes, iniciantes, curiosos. A diversidade é um dom.
Compreender o serviço como essência do seguimento de Jesus;
Reconhecer os dons e carismas como ferramentas para a missão;
Cultivar o acolhimento como atitude pastoral permanente;
Criar uma cultura de hospitalidade, que integra e transforma;
Priorizar os pobres e marginalizados, como fez o próprio Cristo;
Tornar cada paróquia um lugar onde todos se sintam vistos, amados e chamados pelo nome.
Participar ativamente da vida da Igreja não é uma tarefa opcional — é um chamado. Este trilho recorda que todos os batizados têm dons e carismas para oferecer e que as estruturas e metodologias sinodais precisam acolher, escutar e valorizar cada voz: jovens, idosos, mulheres, pobres, líderes, iniciantes, curiosos. A diversidade é um dom.
Neste primeiro passo, somos convidados a escutar a Palavra, a doutrina da Igreja e os apelos do nosso tempo. Trata-se de iluminar a realidade à luz do Evangelho e de redescobrir o sentido profundo do tema abordado no trilho.
Perguntamo-nos: O que Deus quer nos dizer? Que verdade fundamental somos chamados a reconhecer?
Aqui, olhamos com honestidade para a realidade da nossa comunidade, avaliando as práticas, estruturas e atitudes atuais. É o momento de reconhecer o que já está a ser bem vivido e o que precisa de renovação.
Perguntamo-nos: Como temos vivido isso até agora? O que precisa ser fortalecido, corrigido ou superado?
Este é o coração do processo: escutar o Espírito Santo em comunidade. O discernimento eclesial exige oração, escuta mútua, abertura e humildade. Não se trata de debater opiniões, mas de buscar juntos o que o Senhor está a pedir.
Perguntamo-nos: Quais são os sinais de Deus no meio de nós? O que o Espírito nos inspira a fazer? Para onde Ele nos conduz?
O último passo transforma tudo em compromisso concreto. Depois de refletir, rever e discernir, a comunidade é chamada a tomar decisões práticas, adaptadas ao seu contexto e orientadas para a missão.
Perguntamo-nos: O que vamos fazer, concretamente, nos próximos meses? Que passos damos já hoje?